Esse é um poema sobre nada.
Não tenho o que escrever,
Minha mente está bloqueada.
Para mostrar que para ser
Poeta, não é preciso imaginação avançada.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Voz
Minha voz fala ao meu pensamento,
Não quero ouvir.
Minha voz é meu pensamento,
Este podia ser rebanhos,
Mas não.
É meu, meu pensamento.
Não é bom.
Falei aos montes,
Falei pelos cotovelos,
Falei sem pensar.
Mas amei sem pensar,
E isso é bom?
Não quero ouvir.
Minha voz é meu pensamento,
Este podia ser rebanhos,
Mas não.
É meu, meu pensamento.
Não é bom.
Falei aos montes,
Falei pelos cotovelos,
Falei sem pensar.
Mas amei sem pensar,
E isso é bom?
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Momentos marcantes
Bom dia bebé,
Boa tarde meu amor,
(Olhando o anoitecer)
Boa noite leitor.
Vamos compartilhar um momento juntos.
Boa tarde meu amor,
(Olhando o anoitecer)
Boa noite leitor.
Vamos compartilhar um momento juntos.
Um arrepio pelo corpo, quero mais.
O mundo tem tantas paredes,
Que fazem os poetas se perderem
Em suas palavras, marcadas de concreto.
De que adianta escrever em todas
E ter um coração vazio?
Paredes são fáceis de arrumar,
Com uma pintura no fundo da alma.
Temos medo de marcar nosso coração,
As consequências são fortes, mas
Não necessariamente firmes.
Fui buscar inspiração não nas paredes,
Mas na poesia que escrevi
Em meu coração pra lembrar
Do meu primeiro amor.
Que fazem os poetas se perderem
Em suas palavras, marcadas de concreto.
De que adianta escrever em todas
E ter um coração vazio?
Paredes são fáceis de arrumar,
Com uma pintura no fundo da alma.
Temos medo de marcar nosso coração,
As consequências são fortes, mas
Não necessariamente firmes.
Fui buscar inspiração não nas paredes,
Mas na poesia que escrevi
Em meu coração pra lembrar
Do meu primeiro amor.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Chuva
Ouvindo diversos sons,
Lembro do dia em que a natureza deu de beber,
À terra do homem agricultor.
Sinto um arrepio percorrer todo meu corpo,
Como o carinho de uma mulher que amo...
Mas a chuva não vem.
A mãe não tem minha vontade,
Salva quando chora e
Mata ao respirar.
Lembro do dia em que a natureza deu de beber,
À terra do homem agricultor.
Sinto um arrepio percorrer todo meu corpo,
Como o carinho de uma mulher que amo...
Mas a chuva não vem.
A mãe não tem minha vontade,
Salva quando chora e
Mata ao respirar.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Jesus Cristo
Hoje em dia,
Ontem em dia,
Amanhã em dia,
Foi e sempre será
O tempo em que ser crucificado,
Deve doer, mesmo quando não pagamos,
Pelos erros de alguém.
Toda espécie primata,
Erecta e bípede,
Mas ainda longe da perfeição,
Não controla nada que cai em suas mãos.
A vontade não escapa do homem.
Barco a motor que possui velas.
Ontem em dia,
Amanhã em dia,
Foi e sempre será
O tempo em que ser crucificado,
Deve doer, mesmo quando não pagamos,
Pelos erros de alguém.
Toda espécie primata,
Erecta e bípede,
Mas ainda longe da perfeição,
Não controla nada que cai em suas mãos.
A vontade não escapa do homem.
Barco a motor que possui velas.
Sangue.
Eles não querem comer.
Na Lua Cheia, Nova, outra,
Seduzir mulheres pelo prazer.
O beijo fatal está em seus dentes e,
É a transformação da alma,
Mas permanência da carne.
Na Lua Cheia, Nova, outra,
Seduzir mulheres pelo prazer.
O beijo fatal está em seus dentes e,
É a transformação da alma,
Mas permanência da carne.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Poesia Não-Erótica Nº2
Um dia acordei em outra erótica tarde,
E descobri poesias eróticas de Drummond de Andrade.
Li algo nelas sobre mulheres na praia de uma cidade,
Que imaginei como cinco, menos uma beldade.
De algum jeito, palavras fazem algo crescer dentro da gente,
Sob o sol sem vida de Ostende, que torna o prazer não presente
De cada letra da nossa vida existente.
Margarida, Margarida, não tires meu coração
Margarida, minha linda, já tiveste tua refeição
Lembre da Dulce, doce de menina.
Estivemos todos juntos na minha caminha.
Meu coração está em ti Maragarida
Mas sei que me traíste em grupos de dez.
Tão triste e agora tão transpassado
Tu, mulher! Deste meu coração de comer
Ao lindo Anonimato
E ele comeu, bebeu e fez de tudo um bocado.
E descobri poesias eróticas de Drummond de Andrade.
Li algo nelas sobre mulheres na praia de uma cidade,
Que imaginei como cinco, menos uma beldade.
De algum jeito, palavras fazem algo crescer dentro da gente,
Sob o sol sem vida de Ostende, que torna o prazer não presente
De cada letra da nossa vida existente.
Margarida, Margarida, não tires meu coração
Margarida, minha linda, já tiveste tua refeição
Lembre da Dulce, doce de menina.
Estivemos todos juntos na minha caminha.
Meu coração está em ti Maragarida
Mas sei que me traíste em grupos de dez.
Tão triste e agora tão transpassado
Tu, mulher! Deste meu coração de comer
Ao lindo Anonimato
E ele comeu, bebeu e fez de tudo um bocado.
domingo, 5 de julho de 2009
Um pecado?
Um dia acordei numa erótica tarde
Com o céu vermelho sem nenhuma paragem
E pensei:
"Vou ler as poesias eróticas de Manuel Maria Du Bocage"
Dum lado eu tinha a Bíblia,
Do outro as poesias de Manuel Maria.
O que fazer, por esses prazeres da carne
Que foram proporcionados a Manuel Du Bocage?
Sentir, aquilo que talvez alguém sentiu. O quê?
Palavras, só palavras não me excitam.
Sem serem ditas pela dama do prazer.
Então vou meditar na palavra de Deus...
Com o céu vermelho sem nenhuma paragem
E pensei:
"Vou ler as poesias eróticas de Manuel Maria Du Bocage"
Dum lado eu tinha a Bíblia,
Do outro as poesias de Manuel Maria.
O que fazer, por esses prazeres da carne
Que foram proporcionados a Manuel Du Bocage?
Sentir, aquilo que talvez alguém sentiu. O quê?
Palavras, só palavras não me excitam.
Sem serem ditas pela dama do prazer.
Então vou meditar na palavra de Deus...
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