terça-feira, 11 de agosto de 2009

Fortuna

Ó Fortuna interior!
O sol brilha em meu caminho,
E a Lua fica para os clássicos.

Lua crescente, Lua minguante,
A Fortuna não é água salgada
Influenciada por ti,
Ou água doce que se esvai
Até a água salgada.
Água por entre os dedos juntos
Suja no chão,
Forte destrói a embarcação
Fortuna afogada por cima das vidas.

Mente e desejos satisfeitos,
Nunca sentem o peso da Fortuna exterior,
Mas podem fazer tudo com,
Ou por esta malevolência,
Que devora os corações de ouro
E valentes guerreiros
De humanas e sujas ambições.

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