domingo, 17 de maio de 2009

Pósvida e o amor.

Era uma vez
Uma mulher que queria casar
Seu nome era Pósvida.
Mas todos os homens
Brancos como eram,
Não seriam felizes,
Para ela.
De repente, se viu a cair
Do barco nas águas do rio.
Mas as pessoas lá não tinham cor.
Excepto uma que não tinha rosto,
Vestia preto e estava sempre a viajar,
E a ganhar as moedas que todos olhavam
Nos olhos fechados.
Pósvida deu-lhe moedas também,
Mas ele não disse obrigado.

O marido não tem rosto,
Pósvida não tem cor.
Pelas moedas do rosto não composto,
Na sua viagem nasceu o amor.

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