Quero escrever sobre o pensar,
Mas acho piada o jeito como aqueles que se julgam espertos dão pelas cousas.
Eles não percebem que o único segredo das cousas,
Que tudo o que eles procuraram até agora,
É apenas a natureza, e que não há sentido oculto nenhum.
Adoro brincar com a Natureza,
Sinto-me criança deitada à relva, brincando com um animal qualquer,
Quando lá longe, em uma casa,
A velha senhora a chama para a janta que já está servida.
Mas esta criança sempre, mas sempre
Esquece de lavar as mãos, pois não consegue ser perfeita,
Assim como a Natureza.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Medo de ficar sozinho
Escrevo pelas paredes
Dos prédios doentes,
Sobre as pessoas sem parentes,
Não obstantes da mão erguida
E do amor não recebido em seu favor.
Quem tem medo, tem alma
Quem tem alma, é frágil,
Mas quem tem medo é forte.
Medo pára, medo salva
Medo mata, medo, medo.
Dos prédios doentes,
Sobre as pessoas sem parentes,
Não obstantes da mão erguida
E do amor não recebido em seu favor.
Quem tem medo, tem alma
Quem tem alma, é frágil,
Mas quem tem medo é forte.
Medo pára, medo salva
Medo mata, medo, medo.
sábado, 27 de junho de 2009
Mudo mundo cego e surdo
O pensar é um dom humano.
Não é uma dor ou uma proeza,
Apenas um dom.
Todos os olhos são abertos para o mundo.
Quem não abre os olhos,
Abre os ouvidos.
Quem não abre os olhos ou os ouvidos,
Abre o coração
Para a eterna felicidade
De não escutar o que os mais importantes
Enganam ao pensar.
O poeta cego
Dita poesia do amor que nunca viu,
Mas que ouviu algumas vezes melhor.
O poeta cego diz tudo aquilo que nunca viu,
É o profeta que não vê o presente,
Mas que só um milagre pode fazer,
Saber o futuro que o aguarda.
O poeta cego descreve o amor
E tudo aquilo que julgam que apenas ouviu falar.
Descreve a alegria, mas nunca a viu
Mas quem sabe já sentiu melhor que qualquer um?
Outro poeta surdo nunca ouviu falar do amor
Mas já sentiu sentado no colo de sua mãe
Quando não sabia que existia o alfabeto.
Agora escreve serenatas para serem tocadas
Ao som de sua poesia e de todos os instrumentos
Que ele nunca ouviu...
Não é digno de pena, afinal quem é que faz um trabalho
E não se dá ao trabalho de vê-lo finalizado?
Ele experimentou algo que nenhum ser humano experimentou..
O fazer um trabalho sozinho,
E sentir algo chamado angústia por não conseguir ouvir o trabalho.
Se o poeta cego, ou o poeta surdo escreverem
Sobre tudo aquilo que eles sentem,
Todo o dia a vida das pessoas mudará a cada som,
Ou a cada letra, do alfabeto medíocre que nos rege.
Mas o que ninguém repara é que eles não são mudos.
Escrevem para a multidão de pessoas do mundo,
Que ficam mudos com as palavras surdas e cegas.
Logo, os dois poetas são diferenciados do mundo
Que é doente, mas não por não serem doentes,
Pois todo o ser humano, por isso, já o é,
Mas por terem uma doença diferente e única.
Não é uma dor ou uma proeza,
Apenas um dom.
Todos os olhos são abertos para o mundo.
Quem não abre os olhos,
Abre os ouvidos.
Quem não abre os olhos ou os ouvidos,
Abre o coração
Para a eterna felicidade
De não escutar o que os mais importantes
Enganam ao pensar.
O poeta cego
Dita poesia do amor que nunca viu,
Mas que ouviu algumas vezes melhor.
O poeta cego diz tudo aquilo que nunca viu,
É o profeta que não vê o presente,
Mas que só um milagre pode fazer,
Saber o futuro que o aguarda.
O poeta cego descreve o amor
E tudo aquilo que julgam que apenas ouviu falar.
Descreve a alegria, mas nunca a viu
Mas quem sabe já sentiu melhor que qualquer um?
Outro poeta surdo nunca ouviu falar do amor
Mas já sentiu sentado no colo de sua mãe
Quando não sabia que existia o alfabeto.
Agora escreve serenatas para serem tocadas
Ao som de sua poesia e de todos os instrumentos
Que ele nunca ouviu...
Não é digno de pena, afinal quem é que faz um trabalho
E não se dá ao trabalho de vê-lo finalizado?
Ele experimentou algo que nenhum ser humano experimentou..
O fazer um trabalho sozinho,
E sentir algo chamado angústia por não conseguir ouvir o trabalho.
Se o poeta cego, ou o poeta surdo escreverem
Sobre tudo aquilo que eles sentem,
Todo o dia a vida das pessoas mudará a cada som,
Ou a cada letra, do alfabeto medíocre que nos rege.
Mas o que ninguém repara é que eles não são mudos.
Escrevem para a multidão de pessoas do mundo,
Que ficam mudos com as palavras surdas e cegas.
Logo, os dois poetas são diferenciados do mundo
Que é doente, mas não por não serem doentes,
Pois todo o ser humano, por isso, já o é,
Mas por terem uma doença diferente e única.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Caminhos Divergentes
O poeta é um místico?
Quem carrega todo nosso sobrenatural,
É aquilo que está em todo lugar
E não é visto por olhos de carne.
Cegos da vista humana,
Ou olhos cheios de dom divino,
Podem ver o que ninguém ouve,
Mas que fala ao ouvido de todos.
O nosso amanhã,
Está nas mãos de algo sobrenatural,
Não que isso signifique que temos um destino.
Temos um plano, a ser seguido, ou não.
Você escolhe o aperto ou ser cômodo.
Quem carrega todo nosso sobrenatural,
É aquilo que está em todo lugar
E não é visto por olhos de carne.
Cegos da vista humana,
Ou olhos cheios de dom divino,
Podem ver o que ninguém ouve,
Mas que fala ao ouvido de todos.
O nosso amanhã,
Está nas mãos de algo sobrenatural,
Não que isso signifique que temos um destino.
Temos um plano, a ser seguido, ou não.
Você escolhe o aperto ou ser cômodo.
terça-feira, 23 de junho de 2009
O Diabo age.
Já ouvi falar que todo misticismo era mentira
Mas que não acreditava em misticismo
Porque aquilo em que se acredita não é místico.
Não é uma figura abstrata aquilo que no espírito está,
Mas não somos capazes de dar por isso,
Pois o nosso pensar não é um automóvel potente cheio de combustível.
Procura-se a fórmula para ser um deus,
Se você conseguir a resposta diga a este por enquanto pobre homem...
Seja misericordioso como Deus...
O que tentou ser três,
Não conseguiu, mais do que cair
E manchar todo o alvo com sangue de suas próprias setas.
Mas que não acreditava em misticismo
Porque aquilo em que se acredita não é místico.
Não é uma figura abstrata aquilo que no espírito está,
Mas não somos capazes de dar por isso,
Pois o nosso pensar não é um automóvel potente cheio de combustível.
Procura-se a fórmula para ser um deus,
Se você conseguir a resposta diga a este por enquanto pobre homem...
Seja misericordioso como Deus...
O que tentou ser três,
Não conseguiu, mais do que cair
E manchar todo o alvo com sangue de suas próprias setas.
Maior que eu
Ele apareceu em forma de amor.
Todo o conteúdo que define
A forma, seu pensamento modelou.
Acaba o dia entra a noite.
Nas escuridões, as luzes são seus olhos,
E o tato pelas paredes,
É a mão dele no corpo amparando
Todo nosso caos.
Muito obrigado ser,
Por estar aqui comigo,
E por permitir o meu ser
Ser não mais que o ser,
E por você, ser que eu amo,
Ser o ser que eu sou,
Mais o ser que eu nunca vou ser.
Porque há quem escreva quaisquer coisas pelas paredes,
Quando acabam as árvores de frutos proibidos,
No jardim do Éden poético?
Se o seu ser tem um coração vazio,
Pronto para ser preenchido?
Todo o conteúdo que define
A forma, seu pensamento modelou.
Acaba o dia entra a noite.
Nas escuridões, as luzes são seus olhos,
E o tato pelas paredes,
É a mão dele no corpo amparando
Todo nosso caos.
Muito obrigado ser,
Por estar aqui comigo,
E por permitir o meu ser
Ser não mais que o ser,
E por você, ser que eu amo,
Ser o ser que eu sou,
Mais o ser que eu nunca vou ser.
Porque há quem escreva quaisquer coisas pelas paredes,
Quando acabam as árvores de frutos proibidos,
No jardim do Éden poético?
Se o seu ser tem um coração vazio,
Pronto para ser preenchido?
domingo, 14 de junho de 2009
Sem título e sem palavras
Tenho o cheiro dela em meus lábios,
Lembrança de um momento perfeito
No qual navegámos juntos
Através de um horizonte de palavras
E de sentimentos tão intensos
Que nem nós mesmos damos conta
Que estiveram todos presentes
Caminhando de mãos dadas connosco.
Lembrança de um momento perfeito
No qual navegámos juntos
Através de um horizonte de palavras
E de sentimentos tão intensos
Que nem nós mesmos damos conta
Que estiveram todos presentes
Caminhando de mãos dadas connosco.
sábado, 13 de junho de 2009
A felicidade de Alberto Caeiro
O espelho me mostra uma informação
Olho mas não interpreto,
E não me dou conta que existe uma informação.
O que é informação?
Não quero saber...
É algo abstrato que não farei forças para concretizar
Porque não sei o que é abstrato, nem o que é concretizar...
Não sei de nada,
Apenas que quanto mais souber,
Mais abstrato posso ser,
E um rio molha minha visão.
As árvores, e as ervas estão no campo
E todas as folhas apontam com a cabeça
Na direcção do vento,
Porque ouvi falar que depois da chuva que cai sem Santa Bárbara,
E do raio de Sol que traz o menino Jesus à terra,
Um pote de ouro aguarda no pé de muitas cores...
Mas se não vejo além das montanhas,
Não existe pote de ouro,
E a Natureza brinca comigo,
E eu peço desculpas, por ter lembrado disto tudo.
Olho mas não interpreto,
E não me dou conta que existe uma informação.
O que é informação?
Não quero saber...
É algo abstrato que não farei forças para concretizar
Porque não sei o que é abstrato, nem o que é concretizar...
Não sei de nada,
Apenas que quanto mais souber,
Mais abstrato posso ser,
E um rio molha minha visão.
As árvores, e as ervas estão no campo
E todas as folhas apontam com a cabeça
Na direcção do vento,
Porque ouvi falar que depois da chuva que cai sem Santa Bárbara,
E do raio de Sol que traz o menino Jesus à terra,
Um pote de ouro aguarda no pé de muitas cores...
Mas se não vejo além das montanhas,
Não existe pote de ouro,
E a Natureza brinca comigo,
E eu peço desculpas, por ter lembrado disto tudo.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Simplesmente, não há.
Meu dever seria tentar comparar
O que de forma abstrata existe,
Com o que simplesmente há.
Do mesmo modo como o que é,
É. O que não é, não é.
Para que tentar olhar para outro lugar
Se não aquilo que nos meus olhos está?
Comparar de certa forma é ofender
O que se sente é único.
E se em nós está a se esconder,
É porque não é nada deste visto mundo.
O que de forma abstrata existe,
Com o que simplesmente há.
Do mesmo modo como o que é,
É. O que não é, não é.
Para que tentar olhar para outro lugar
Se não aquilo que nos meus olhos está?
Comparar de certa forma é ofender
O que se sente é único.
E se em nós está a se esconder,
É porque não é nada deste visto mundo.
O que é amor?
O ser humano ama
Quando não sabe
Mais o que é amar.
Tudo o que se sente
Parece transpor as letras de amor.
E amor é muito pouco
Para descrever o que há.
Sendo isto pecado,
O amor é indefinível,
E sempre que é dito
De forma verdadeira,
A mentira construi.
Para Sabina
Quando não sabe
Mais o que é amar.
Tudo o que se sente
Parece transpor as letras de amor.
E amor é muito pouco
Para descrever o que há.
Sendo isto pecado,
O amor é indefinível,
E sempre que é dito
De forma verdadeira,
A mentira construi.
Para Sabina
terça-feira, 9 de junho de 2009
Introspecção Amorosa
O amanhecer trouxe algo esquisito
Que não dá para segurar entre os dedos
Ou então para dar vocábulos azedos.
Digo que pensei no aquilo.
Introspeccionei-me
Intelectualizei tudo o que existe.
O meu aquilo, mesmo fora do Id,
Foge ao controle do meu regime.
O nome do meu estímulo
É a mais bonita menina
Vivendo em mim na minha rotina.
Até o colocar do último óbolo.
Que não dá para segurar entre os dedos
Ou então para dar vocábulos azedos.
Digo que pensei no aquilo.
Introspeccionei-me
Intelectualizei tudo o que existe.
O meu aquilo, mesmo fora do Id,
Foge ao controle do meu regime.
O nome do meu estímulo
É a mais bonita menina
Vivendo em mim na minha rotina.
Até o colocar do último óbolo.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Era uma vez...
Poderia bonito escrever,
Mas da forma simples é meu jeito de ser.
Quem escreve muito difícil, vai ver
Que é porque não tem mulher para comer.
Mas da forma simples é meu jeito de ser.
Quem escreve muito difícil, vai ver
Que é porque não tem mulher para comer.
Crítica
Tudo que nasce é errado
Pois do sexo foi criado.
Uma vez consumado
Constitui a face clara do pecado.
Verbi gratia - tu tens essa cara
Que pede misericórdia por nada.
A culpa não é tua otário de uma lata,
E sim da tua mãe de buceta ejaculada.
Não sou agressivo,
Apenas dono de defeitos do povo
Que tem os olhos tapados
E sente dor no olho atrás da cabeça.
Pois do sexo foi criado.
Uma vez consumado
Constitui a face clara do pecado.
Verbi gratia - tu tens essa cara
Que pede misericórdia por nada.
A culpa não é tua otário de uma lata,
E sim da tua mãe de buceta ejaculada.
Não sou agressivo,
Apenas dono de defeitos do povo
Que tem os olhos tapados
E sente dor no olho atrás da cabeça.
O feto do dia de amanhã
Acordo sem saber o que escrever.
Nenhum dia se repete,
Todos os momentos são enterrados,
E alguns mesmo vivos.
Na vida podemos pensar
Mas não sabemos como prever
No entanto, temos a chave do fazer
Abrimos as portas que queremos.
Somos o feto de todos os dias
A mãe natureza fuma e bebe.
E somos influenciados
Pelo meio em que vivemos.
Nenhum dia se repete,
Todos os momentos são enterrados,
E alguns mesmo vivos.
Na vida podemos pensar
Mas não sabemos como prever
No entanto, temos a chave do fazer
Abrimos as portas que queremos.
Somos o feto de todos os dias
A mãe natureza fuma e bebe.
E somos influenciados
Pelo meio em que vivemos.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
O mais inteligente não pensa.
É um absurdo falar de Deus
Como alguém que pensa.
Pois isto seria compará-lo ao ser.
Quando Ele é algo acima do não ser.
Que tudo que é não imagina.
Apenas tudo é o que não pensamos.
Caeiro acertou, pensar incomoda.
Por isso Deus não pensa,
Mas deve ser mais desenvolvido,
E não inventou a dor de cabeça para si.
Como alguém que pensa.
Pois isto seria compará-lo ao ser.
Quando Ele é algo acima do não ser.
Que tudo que é não imagina.
Apenas tudo é o que não pensamos.
Caeiro acertou, pensar incomoda.
Por isso Deus não pensa,
Mas deve ser mais desenvolvido,
E não inventou a dor de cabeça para si.
O alcochoado de ouro.
Lutar pelo meu trono para que?
Ele nunca esteve ao meu alcance,
Não há de estar agora.
Dos reis sempre haverá Rei.
Sou o que sou por me ser permitido ser,
Não aceito o meu destino,
Pois escolho a porta das minha casa
Sem saber o que lá hei de encontrar.
Carrego o peso que fiz o meu destino.
Será meu destino fazer meu destino?
Ele nunca esteve ao meu alcance,
Não há de estar agora.
Dos reis sempre haverá Rei.
Sou o que sou por me ser permitido ser,
Não aceito o meu destino,
Pois escolho a porta das minha casa
Sem saber o que lá hei de encontrar.
Carrego o peso que fiz o meu destino.
Será meu destino fazer meu destino?
terça-feira, 2 de junho de 2009
Gênesis e Apocalipse
O humano que nunca dormiu
Acordou em um sonho sombrio.
Um fim pessoal que aconteceu
É contínuo para todos menos um.
Nunca morreu, nunca existiu
Valeu a pena escrever seus sonhos
E recebê-lo no seu corpo.
Para ver algo caindo
Do primeiro raio do Sol.
Uma mão se levanta
E dá um fim a algo sem começo.
É como matar a Deus,
Que nada pensa
Antes de fazê-lo.
Roubo da obra do primeiro livro
O autor fez muito mais do que podia?
Sempre diz que está tudo sob controle.
Mas o que não existe morreu
E Ele não.
Acordou em um sonho sombrio.
Um fim pessoal que aconteceu
É contínuo para todos menos um.
Nunca morreu, nunca existiu
Valeu a pena escrever seus sonhos
E recebê-lo no seu corpo.
Para ver algo caindo
Do primeiro raio do Sol.
Uma mão se levanta
E dá um fim a algo sem começo.
É como matar a Deus,
Que nada pensa
Antes de fazê-lo.
Roubo da obra do primeiro livro
O autor fez muito mais do que podia?
Sempre diz que está tudo sob controle.
Mas o que não existe morreu
E Ele não.
Não dá pra ser aprendiz.
Um mago de palavras
Um pouco velho, por sinal
Compartilhou um momento
De existência espacial
Temporal e pessoal com pessoas.
Sua magia é vendida
Mas sem a fórmula necessária.
Que nem o mago tem,
Pois a conhece por acaso, em um dom
Não compartilhado.
Um pouco velho, por sinal
Compartilhou um momento
De existência espacial
Temporal e pessoal com pessoas.
Sua magia é vendida
Mas sem a fórmula necessária.
Que nem o mago tem,
Pois a conhece por acaso, em um dom
Não compartilhado.
Intra-antagônico.
O antagônico é duas coisas
Que lutam por coisas
Que todas as coisas querem,
Mas não fazem coisa alguma para alcançar.
O coração é o antagonismo humano.
Nele tudo o que entra sai,
Mas quando entra está saindo.
Então não entendo, o motivo
Dos semelhantes se verem diferentes.
Que lutam por coisas
Que todas as coisas querem,
Mas não fazem coisa alguma para alcançar.
O coração é o antagonismo humano.
Nele tudo o que entra sai,
Mas quando entra está saindo.
Então não entendo, o motivo
Dos semelhantes se verem diferentes.
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