O humano que nunca dormiu
Acordou em um sonho sombrio.
Um fim pessoal que aconteceu
É contínuo para todos menos um.
Nunca morreu, nunca existiu
Valeu a pena escrever seus sonhos
E recebê-lo no seu corpo.
Para ver algo caindo
Do primeiro raio do Sol.
Uma mão se levanta
E dá um fim a algo sem começo.
É como matar a Deus,
Que nada pensa
Antes de fazê-lo.
Roubo da obra do primeiro livro
O autor fez muito mais do que podia?
Sempre diz que está tudo sob controle.
Mas o que não existe morreu
E Ele não.
terça-feira, 2 de junho de 2009
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