Meu dever seria tentar comparar
O que de forma abstrata existe,
Com o que simplesmente há.
Do mesmo modo como o que é,
É. O que não é, não é.
Para que tentar olhar para outro lugar
Se não aquilo que nos meus olhos está?
Comparar de certa forma é ofender
O que se sente é único.
E se em nós está a se esconder,
É porque não é nada deste visto mundo.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
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