Os braços e a mão vermelha
Escrevem fora de mim, em um corpo banhado em sangue
Não é meu e eu sei disso,
Mas é por mim e outros não alcançam isto
Quem perdeu as asas não fui eu
Ainda tenho belas jóias, que não são as mais bonitas
Mas eu não venci ninguém com mais força que eu
Pois não há poder em um corpo vazio.
Tenho medo de não apagar aquilo que escrevi
E depois não poder comer nem beber
Sofrendo assim o pior de todas as penas de morte
Que é morrer e não ver.
Sentiram dor momentânea, mas não imaginam a dor eterna
O que é eterno? Não imagino nada sem começo...
Mas se eu não penso, não significa que não exista
É porque não tenho capacidade.
Todos nós já fomos menos que um ponto afinal...
segunda-feira, 27 de abril de 2009
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